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FUNDADOR DO CLÃ:
MEKHET
Supostamente diablerizado por Lugoj, mas na verdade tomou o seu lugar
e ele esteja sob os cuidados dos Zantosa, uma família carmiçal.
Desperto, controlava secretamente o Sabá em NY até a retomada da
Camarilla. Na verdade ele Transcendeu e fundiu-se a terra em
Manhattam como uma Catedral de Carne e "assimilando" tantos Tzimisce
quantos pode.
ALCUNHA: Demônios
FRAQUEZA: Extremamente territoriais, mantendo um refúgio particular e
defendendo-o ferozmente. Seja qual for a situação, ele precisa estar
cercado com pelo menos dois punhos de terra de um lugar que fosse
importante para ele quando mortal.
DISCIPLINAS: Animalismo - Auspício - Vicissitude
HISTÓRICO
PALAVRAS DE VERDDARTHA: Começo falando da Terceira Geração justamente
tratando sobre o Metamorfo. Não apenas porque ele e eu somos filhos
do mesmo senhor, Irad, o Forte. Aprendemos juntos a desprezar o
General de Enoque. Existem várias razões para começar falando dele.
Nossa inimizade é notória, mas agora o escolhi porque ele elaborou
sua própria versão sobre o Livro de Nod. Através de uma vasta rede de
espionagem, esse documento veio parar em minhas mãos, e também me
senti motivado a escrever.
Bárbaro em mente e alma, Mekhet era obcecado pela lei do mais forte.
Darwin teria imensa admiração por aquele porco mutante. Ele buscou
todo o poder necessário para que o vissem e o temessem, como se fosse
uma força da natureza. E confesso que chegou bem perto disso. Sua
habilidade de mudar de forma é nojenta, mas eficaz. Ele não precisa
dos artifícios mentais de Ravnos, Sutekh, Absimilliard ou Malkav para
esconder sua face. Ele simplesmente deseja... e a modificação se
processa. E, o mais detestável: modifica os outros. Não é fácil se
recuperar das alterações. Por alguma razão obscena, curar-se de seus
caprichos dói dez vezes mais do que sofrer a mudança inicial. Seja o
que for que tiver de tratar com Mekhet, criança, absolutamente NUNCA
deixe que ele o toque.
Aquele imbecil é um paradoxo perene. Sou um nobre desde o nascimento
e ele quer manter uma fachada de honra enquanto que se orgulha de ser
um bárbaro. Gaba-se do poder de alterar sua forma ao seu bel-prazer,
mas é incapaz de adaptar seu espírito. Nisso Malkav é infinitamente
melhor do que ele. Antes mesmo que Noé sonhasse em cortar a primeira
árvore para fazer a Arca que Mekhet se vangloria de que é um grande
guerreiro, de que é o grande mestre da Terra. Besteira que eu, em
vão, tantas vezes já mostrei a ele. Nem sei mais porque tentei.
Por isso ele me odeia mais do que odeia aos outros. Bem, talvez odeie
mais a Irad, mas isso não convém agora. Ele nunca suportou que deve a
mim ter aprendido que uma guerra não se faz apenas com espadas,
porretes, lanças e machados. Era prazeroso vê-lo correr do campo de
batalha coberto do sangue dos inimigos para pedir minha ajuda em
qualquer assunto que não envolvia força bruta.
Não vou corrigir as informações históricas do documento dele (a não
ser as gritantemente erradas) por boas razões. Tenho mais a fazer do
que cobrir os erros dele. É sempre divertido lembrar do que ele fez
assim que encontrou Caim, após o Dilúvio. Como nosso Pai não teve a
mínima consideração pelo que ele sentia, ele amaldiçoou O Aquele
Acima, o Aquele Abaixo e o próprio Caim. Três erros supremos, em
questão de segundos. E depois os Tzimisce se enfurecem quando
confessamos que seu mestre é um idiota. Mekhet nunca me perdoou
porque o manipulei como se fosse uma criança em um de meus
estratagemas mais ousados.
Minha cartada era simples, mas poderosa. Eu precisava de uma
informação que somente um ser muito poderoso nas artes psíquicas
poderia ceder, como o Metamorfo era mais irritável devido ao seu
orgulho, era o peão perfeito para meu plano. Eu teria escolhido
Saulot, que teria contado com detalhes o que eu desejava, e de boa
vontade, mas a ambição do feiticeiro Tremere, que encontrou meu
pacífico irmão antes de mim, forçou-me a alterar meus planos. Eu
precisava despertar a ira de meu irmão, e tinha o modo certo para
isso. Através do poder do temido Tchernabog fiz com que a entrada dos
meus exércitos em seu território fosse grandiosa. O efeito de cobrir
vastas áreas da Dácia com uma escuridão quase impenetrável foi
insultuoso e forte o bastante para que ele se forçasse a despertar de
seu Sono para parlamentar comigo.
Eu não tinha interesse nas terras viscosas e nevoentas do Danúbio,
queria algo bem mais valioso. Mekhet sempre foi menos astuto do que
eu (muito do ódio que ele sente por Veddartha vem disso, a propósito)
e nem percebeu o que realmente fiz. De frente aos meus exércitos, ele
usou seu poder premonitório e declarou que, no futuro, um de meus
filhos tentaria me destruir. Achando que estava me condenando a uma
maldição inexorável, apenas revelou o que eu queria saber, e sem me
custar nada. Sorri e fui embora, para a surpresa dele, que esperava
por uma luta. Foi assim que, de fonte segura, soube que um de minha
progênie cobiçaria meu Sangue.
PALAVRAS DE MEKHET: "Vagar pelas grandes montanhas de minha terra
natal era tudo que eu fazia enquanto vivo. Eu governei um largo
domínio, uma área que cobria as atuais Polônia, Romênia, Bulgária,
Hungria, Iugoslávia, Áustria, e Alemanha - as rotas entre Europa e
Ásia eram minhas, e ninguém passava por minhas terras sem minha
permissão. Eu era um príncipe de bárbaros, e governava com punho de
ferro. Eu tinha excelentes esposas, o melhor da colheita, e uma horda
de crianças. Eu era o mais forte, o mais rápido, e o mais esperto dos
bárbaros. E dez mil anos não mudaram em nada isso, se assim posso
dizer...
Sob uma lua vermelha como sangue, numa madrugada de outono, eu caçava
a besta selvagem da montanha que estava matando nosso gado. Uma
misteriosa besta invadia nossos campos e matava nosso gado, drenando
seu sangue enquanto nós dormíamos. Alguns pensavam que isso era obra
dos deuses, mas eu não admitia tal afirmação absurda, e saí para as
montanhas para encontrar essa besta e matá-la. E eu a encontrei...
Era noite e o céu estava claro - nada sobrepunha as estrelas, e a lua
brilhava como uma gota reluzente de sangue. Ouvi o ruído de uma
besta, escondida atrás de um arbusto. Dei o bote com a minha lança...
em nada. O animal moveu-se como o vento; um animal sem pêlos com
braços como um homem. Parou a certa distância de mim, e era um homem.
Um homem pálido, com cabelos negros esvoaçantes, vestindo apenas um
pano no quadril. Porém algo nele não estava certo - havia
inteligência em seus olhos, diferente de meus seguidores; uma
inteligência como minha.
Ele veio a mim, e segurou-me pelos braços. Eu tentei resistir, mas
enquanto a minha força era a de cinco homens, a dele era a força de
uma legião. Ele me levantou no ar sem nenhum esforço, segurando-me
pela garganta como se eu fosse nada. Meus pés balançavam na altura de
seu estômago, e eu chutava... e meu pé quebrou-se como um bastão. Foi
como se eu chutasse uma rocha. Eu nunca tinha sido ferido numa
batalha antes... e o monstro ria. Sua risada era cheia de escárnio,
escárnio de tudo que eu era e que tinha sido. Em meu idioma ele
disse, "Você é o maior dos bárbaros. Você matou as grandes bestas de
várias regiões selvagens, mas agora você é a caça, e você está pego.
Seu poder será adicionado ao meu - Eu beberei sua vida e você
morrerá, mas eu continuarei a viver por causa de sua morte; você, o
grande guerreiro dos bárbaros". E ele riu novamente.
Até que eu enfiei a lança em seu peito. Eu não a tinha soltado, mas
ele não pensou em tirá-la de mim. Girando rapidamente a lança com
meus dedos, eu então a segurei e a empurrei com toda minha força. A
pele do homem cedeu, e um sangue grosso, vermelho-escuro, jorrou do
ferimento. Seus joelhos curvaram-se sob nosso peso, e meus pés
pousaram no solo. Observando meu inimigo, eu ri, zombando dele.
"Você, o filho do demônio!", eu disse, "não pôde superar um simples
moral. Você não merece mais andar nessa Terra, então eu terminarei
sua luta agora". Estiquei-me pra pegar uma pedra, só por um segundo,
e ele estava em pé novamente. Arrancando a lança do seu corpo com um
sorriso, ele virou-se de costas para mim. "Ataque!", foi tudo que ele
disse. De algum modo, eu não pude e ele virou-se para me encarar de
novo. Isso é tudo que eu lembro daquela primeira noite, exceto por um
par de presas brilhantes e um mar de êxtase.
ORGANIZAÇÃO
Se os Lasombra é o coração do Sabá, os Tzimisce é a alma. Até mesmo
outros vampiros ficam inquietos perto deste misteriosos Membros, cujo
apelidados de "Demônios" lhe foi atribuído em noite passadas, por
Membros de vários linhagem. A Disciplina Vicissitude, amarca
registrada dos Tzimisce, é motivo de grande pavor:histórias contam
sobre desconfiguramento, mutiladores infligidos em caprichosas e
horripilantes "experiências", além de torturas com requintes além da
compreensão e vigor humanos - ou vampíricos.
Esta reputação assustadora freqüentemente parece injustificável à
primeira vista. muitos Tzimisce são seres reservados e perspicazes,
um grito distante vindo dos uivadores bandos de guerreiros que
compões a maior parte do Sabá. A maioria dos Tzimisce parecem ser
criaturas racionais, incrivelmente inteligentes, possuidores de uma
inclinação inquisitiva e científica, e ilimitadamente graciosos com
os visitantes.
Em noites passadas, os Tzimiece estavam entre os mais poderosos clãs
do mundo, dominando a maior parte da Europa Oriental. Como magos
poderosos, os Demônios também controlavam mortais da região,
inspirando no processo, muita das horríveis histórias sobre vampiro.
Clã depois de clã conspiraram na tentativa de erradicar os Tzimisce,
mas form os mágicos Tremere que friamente obtiveram o sucesso. Na
verdade, lguns contam, os Tremere usaram o vitae de prisioneiro
Tzimisce em suas experiências para tornarem-se imortais. Por tudo
isso, os Tzimisce odeiam os Tremere impiedosamente, e os Tremere que
caem nas mãos do Sabá normalmente recebem fins terríveis sob as
garras dos Demônios.
ESTRUTURA
De todos os clãs, os Tzimisce são talvez os menos humanos. São
sábios, sendo até mesmo brilhante, mas seus estudos (e sua Disciplina
Vicissitude) os levaram à inequívoca conclusão de que os vampiros são
superiores aos humanos e os Demônios superiores aos outros vampiros.
Os "melhores" humanos devem ser elvados; os outros são alimento. Ao
contrário de muitos vampiros, os Tzimisce não se vêem como
amaldiçoados ou condenados. Se Deus os condenou, eles dizem, então
talvez seja a époc para novos e melhores deuses...
Os Tzimisce são uma criatura muito hierarquica, porém muito
insulares. O clã é subdividido em unidades menores compreendendo o
território de um senhor vampiro (voivode) e uma horda de sua
progênie, muitos dos quais tiveram que submeter-se ao Voto de Sangue
com o senhor. Espera-se que a progênie obedeça a seu voivode em todas
as coisas. Relacionamentos entre os voivodes seguem um complexo
protocolo e são fragmentados, quando muito; as disputas entre esses
anciões são a principal razão pela qual o clã tem sido incapaz de
derrotar Tremere. Ultimamente, conforme mais e mais voivodes caem, a
progênie Tzimisce tem sido forçada a viajar para o Ocidente.
Muitos Tzimisce são descendentes de especializadas "famílias
carniçais" que por muito serviram como lacaios ao próprio clã. Os
Tzimisce descendentes da família carniçal Bratovitch devem substutuir
a Disciplina Asupícios pela Potência. Alguns outros são koldun, ou
feiticeiros. Estes possuem a Disciplina Taumaturgia invés da
Vicissitude. |
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NEWS
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Falta menos de uma semana para o
site entrar no ar com força total! Alguns links já
funcionam, mas como todos, quero tudo funcionando
perfeitamente. |
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INFO
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Área de Downloads semi-pronta, muitos arquivos ja disponiveis! Em alguns dias ela
estará totalmente no ar! |
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